sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

POR QUE VIVEMOS? PARA QUE VIVEMOS?

As pessoas em todo o mundo vivem se fazendo estas perguntas. E por mais que elas tentam, ao final da própria definição de suas vidas, o que resta é – muitas vezes – um gosto amargo e insosso de frustração e decepção. Viver... Viver... Para que, mesmo? Nós da Comunidade há muito nos dispusemos a discutir esta questão e, rapidamente encontramos a resposta. E damos tanta importância a ela que consta em nosso Estatuto, em seu 7º artigo. Assim temos consciência de que nascemos e vivemos para:
1) Prestar adoração ao nosso Deus;
2) Praticar o amor em toda a sua plenitude;
3) Promover e viver o discipulado de Jesus;
4) Estar em permanente e contínua comunhão com o Senhor e com os outros discípulos;
5) Testificar a tantos outros que não foram atingidos pelo amor de Deus e pela graça de Jesus, ainda.
I – Por ADORAÇÃO entender-se-á o estado de quem presta culto a Deus, de quem O honra e O ama muito, de quem se reconhece criatura diante do Criador (referências bíblicas: Ex 34.8; Sl 34.3; Mc 12.30; Jo 9.38).
II – Por AMOR entender-se-á a afeição profunda e duradoura, o sentimento que conduz alguém a desejar o bem do outro, a dedicação absoluta e verdadeira ao outro, ao próximo (referências bíblicas: Mc 12.31; Jo 13.34; 1 Jo 2.10; 4.7-21; Rm 13.10).
III – Por DISCIPULADO entender-se-á o processo permanente de ensino-aprendizagem que conduz alguém a crer e receber Jesus Cristo como Senhor e Salvador e a permanecer como aprendiz e discípulo dEle, aceitando ser discipulado e capacitando-se para discipular (referências bíblicas: Mt 28.18-20; Mc 16.15; Jo 15; Ef 4.12,13).
IV – Por COMUNHÃO entender-se-á a cooperação, a participação e o compartilhar da fé cristã e das ordenanças de Jesus, Batismo e Santa Ceia, da mensagem de amor, expressa nas atitudes de generosidade, na fraternidade e no prazer de ter e ser em comum, na graça e na paz que conduz o que crê a ter relacionamentos altruístas, solidários e eternos (referências bíblicas: At 2.42-44; 4.32,33; Rm 2.7; Fp 3.10).
V – Por TESTIFICAÇÃO entender-se-á o processo que conduz o discípulo que adora, que ama, que discipula, que é discipulado, e que participa da comunhão na Comunidade, a dar testemunho genuinamente cristão a outrem fora do ambiente comunitário, por palavras e atitudes, proclamando as Boas Novas, tão impactantes e verdadeiras em sua vidas, que conduzirá muitos aos pés da Cruz, gerando novos convertidos e promovendo a expansão do Reino de Deus (referências bíblicas: At 1.8; 2 Tm 2.1,2; At 3 – 4; Ef 2.13-22).